domingo, 2 de março de 2008

Ecologicamente Correto

Já que muita gente gosta de encaminhar aquelas correntes que, diga-se de passagem, são um saco, venho através desta mensagem pedir que a leiam e se conscientizem de alguns mal hábitos que temos.

Por exemplo, a maioria joga as sobras de óleo de cozinha pelo ralo da pia ou enterra no quintal. Saibam que isso é deveras errado e traz um grande mal ao ambiente. Um litro de óleo de cozinha é suficiente para contaminar um milhão de litros de água (quantidade suficiente para satisfazer todas as necessidades deste líquido precioso para apenas um ser humano durante catorze anos). Então evitem jogar óleo de cozinha pelo ralo, pois se há alguma possibilidade de tratar a água do esgoto antes de voltar a natureza, este ato vai minar de vez esta tentativa. Alguns recomendam fazer um buraco no quintal e jogar o óleo usado lá, mas não é recomendado também, pois é possível que o óleo contamine um manancial ou um poço artesiano (seu ou de seu vizinho).

O que fazer? Fácil, junte o óleo numa garrafa de refrigante vazia (tipo PET) e quando encher entregue em um ponto de coleta, como os supermercados Pão de Áçucar. Não tem nenhum ponto de coleta em seu bairro? Jogue a garrafa cheia de óleo usado no lixo comum. Isto é muito menos agressivo ao ambiente do que jogar pelo ralo.

Ligue para o serviço de atendimento do fabricante do óleo que você usa e consulte para saber se eles não conhecem um ponto de coleta perto de você.

Outra coisa, o óleo de cozinha usado pode ser transformado em sabão ou, depois de filtrado, usado como combustível para veículos movidos a óleo diesel.

Outra coisa que usamos bastante e não nos preocupamos com seu fim são pilhas e baterias. Estes objetos do dia a dia possuem substâncias altamente tóxicas e não devem, sob hipótese alguma, ser jogados no lixo comum.

Novamente devemos recorrer aos pontos de coleta. Um ponto bastante comum nas capitais, são as agências do Banco Real. Se você não encontrar nenhum ponto de coleta de pilhas e baterias (de toda espécie - de celular, de laptop, veículos etc), entre em contato com o serviço de atendimento do fabricante de sua bateria e consulte para saber se eles não conhecem um ponto de coleta perto de você.

Há muita coisa simples que podemos fazer. Por exemplo, junte material reciclável e entregue num ponto de coleta ou deixe tudo separado para coleta seletiva.

Não tem nenhuma dessas opções perto de onde mora? Junte assim mesmo e entregue aos carregadores de carroça que geralmente passam vasculhando os lixos pela rua. Acredite, eles passam por todos os lugares. Eu mesmo acertei com um para passar pelo menos uma vez por quinzena ou mês para coletar o que for reciclável, de garrafas plásticas (PET), latas, papel etc.


Vamos dar o exemplo e garantir a vida para as próximas gerações. Quando seus filhos ou netos perguntarem o que você fez para deixar o mundo melhor para eles, o que dirá? Você está se aproveitando das facilidades da vida moderna. porque não deixar que as próximas gerações façam o mesmo?

Encaminhe esta mensagem para todos os seus contatos pois esta é uma corrente que leva uma mensagem verdadeira e que há retorno se todos se conscientizarem e seguirem. O que não se pode é ficar parado, pois estamos acabando com nosso mundo. Tirem a idéia "AH! Não adianta fazer isso porque ninguém mais faz". Se ninguém mais faz, vamos começar a dar o exemplo, para nossa família, nosso vizinhos e amigos do trabalho.

Não vamos ficar de braços cruzados. Ainda há tempo de salvar o mundo.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Encontrando uma solução prática para acessar rede sem fio pelo notebook

Quando comprei meu notebook, um Dell Latitude 120L (hoje com quase dois anos de uso), fiz a burrada de não solicitar adaptador de rede sem fio para baratear o preço do equipamento. Meses depois comecei a sentir necessidade de usar rede sem fio, tanto no trabalho como em casa. Primeiro pensamento: adquirir um adaptador de rede sem fio PCMCIA. Ficaria bem discreto e cartões PCMCIA deste tipo são bem comuns por aqui. Seria uma ótima solução se não fosse observado um pequeno detalhe: meu notebook não possui entrada PCMCIA! Descobri isto ao testar um cartão PCMCIA Ethernet e verificar que ele não encaixava na entrada. Ao invés da tradicional PCMCIA a Dell equipou o micro com uma entrada Express Card, muito mais rápida que a primeira citada. Excelente... Excelente se houvesse algum cartão Express Card no mercado. Comecei a procurar. Fui no Mercado Livre, Dell, Submarino etc e nada. Somente alguns importadores desconhecidos aceitaram sob encomenda a venda de cartões Express Card. Não confiei.
Resultado: comprei um adaptador USB WIFI G122 da D-Link. Resolveu meu problema de acesso a rede sem fio, mas não ficou muito prático. Toda vez que precisava acessar uma rede sem fio em qualquer local, era necessário conectar o adaptador na porta USB e usar a base para não empacar as outras portas. Isto era meio frustrante, pois algumas vezes eu queria tirar o notebook da mochila e começar a usar sem ter de conectar nada.



Bem, mês passado voltei a procurar um cartão Express Card mas não obtive sucesso. Mas pesquisando, descobri em um fórum um cara que deu a idéia de usar uma placa mini PCI. Investiguei mais a fundo e descobri que meu notebook tem um slot mini PCI. Dei uma pesquisada no Mercado Livre e vi que placas mini PCI são bem fáceis de se encontrar. Agora uma notícia verdadeiramente excelente. Para completar minha felicidade verifiquei que o Latitude 120L (e muitos outros) possuem antena WIFI instalada, mesmo que não tenham adaptador de rede sem fio embutido. Encontrei um modelo de uma placa mini PCI que me pareceu interessante: a Broadcom BCM94318MPG Mini PCI 802.11b/g. Comprei meio no escuro, pois o vendedor não soube me informar sobre compatibilidade com meu notebook. O vendedor foi bem atencioso e enviou rapidamente a encomenda, depois que efetuei o pagamento. A placa custou barato e foi muito fácil de instalar no notebook. Só apanhei um pouco para achar os drivers da plaquinha. Não achei referência desta placa no site da Broadcom. Achei dois links em sites que pareciam ser da Rússia, mas o download parava bem antes de atingir 50% em ambos os links. Mais uma pesquisada e descobri que a Dell usou esta plaquinha em alguns modelos de notebooks, referenciando a mesma como DW1370.



Baixei um arquivo compactado de aproximadamente 52MiB e apontei o localizador para a pasta onde descompactei os arquivos. Rapidamente o Windows encontrou os drivers e instalou corretamente a placa, descrita como TrueMobile 1300 WLAN. Interessante ver que o adaptador Ethernet também é da Broadcom. Depois de instalar os drivers a minha rede sem fio foi localizada instantaneamente. Conectei nela e estou até agora acessando sem problemas. Inclusive o sinal é um pouco mais forte que o do adaptador USB.



O vendedor pode ser localizado através deste link: http://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_9037110

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

286 Ressuscitado

Não foi T-Virus que reanimou esta máquina. Comprei a placa-mãe com microprocessador 286 de um colega de São Paulo. Parecia nova, em excelente estado. Por sorte tenho algumas memórias SIMM de 30 vias e pude deixar a máquina com 2MB de RAM. Uma placa de vídeo Trident com 1024kB ISA tambem foi adicionada ao micro, além de uma super IDE, que permitiu usar uma unidade de disco de 3,5" e um disco rígido de 170MB. Uma super-máquina para a época. Consegui os discos originais do MSDOS 6.2 e pronto - a máquina estava completa.



O 286 foi montado em um velho gabinete NK (do meu primeiro PC - 486DLC). O monitor acima é um VGA monocromático de fósforo branco.


Abaixo fotos da placa de vídeo e informações sobre a mesma.





Uma placa de vídeo com 1024kB de memória em um 286 equivaleria a uma placa de vídeo com 256MB em um Celeron atual.


Vista superior do micro montado (sem a fonte AT).



Acima vista das memórias e da super IDE.

sábado, 27 de outubro de 2007

MSX SHARP HOTBIT com drive de 3,5" embutido

Já faz algum tempo que estava pensando em uma maneira de embutir uma unidade de disco flexível de 3,5" no meu HOTBIT HB-8000. Infelizmente a SHARP não deixou muito espaço para acessórios internos neste computador.

Bem, resolvi tentar montar tudo na noite passada e acabei com um resultado bem razoável, tendo em vista as medidas justas do HOTBIT. O espaço que encontrei foi entre a fonte e a entrada de cartucho superior, mas tive de deixar uns dois centímetros da unidade de disco para o lado de fora, porque a placa de circuito impresso do teclado não permitia que o drive ficasse totalmente embutido.




Como podem ver pela foto acima, tive de cortar um bom pedaço da parte traseira da tampa superior do HOTBIT, serviço feito com um ferro de soldar e o acabamento final ficou por conta de um estilete. Ficou um pouco grosseiro mas atendeu as especificações. Uma pequena furação foi feita para fixa o drive com um parafuso.



Pelas duas fotos acima vemos como o drive ficou posicionado na tampa superior. O drive é um de marca ignorada (genérica) de PC. Cortei o excesso do cabo de dados obviamente por causa da falta crônica de espaço. Não precisei fazer adaptação alguma tanto no drive como no cabo, já que o cabo já estava com inversão necessária para transformar o drive como "A". Maiores informações sobre inversão de drive no site de Eduardo Luccas: www.luccas.com.br. A interface de disco é uma TL-420 da TeknoLógica, a qual foi posicionada na entrada lateral de cartucho. O cabo passou por uma estreita abertura para ir do conector da interface até o drive.



O conector de força do drive foi implementado usando um retirado de uma velha fonte de PC e conectado as respectivas saídas na fonte do HOTBIT.



E abaixo os resultados de como ficou:







Não ficou muito discreto mas pelo menos ficou prático, já que carrego tudo agora como se fosse um conjunto único, sem cabos pendurados pelo lado de fora, incluindo o drive. E ainda a entrada de cartuchos superior está liberada para jogar o Pitfall II de vez em quando.


Acima os testes finais para garantir que está tudo funcionando.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Sonho estranho

Não sou espiritualista e muito menos religioso. Muito ao contrário, sou racional ao extremo e tento questionar tudo que vejo de modo a cobrir todas as possibilidades para as situações que vivo e observo. Bem, acaba não sobrando espaço algum para crenças espirituais, curandeirismos etc, já que tento ver o mundo através de uma ótica científica. Deixo claro para que esta postagem não gere dúvidas sobre o que eu acredito. Bem, sonho bastante, talvez por ter uma mente bem ativa (acredito que seja assim) e ter uma imaginação fértil e bem alimentada por diversas mídias (TV, cinema, jornais, Internet etc), mas o sonho que tive hoje foi um dos mais estranhos que me lembre.

Lembro-me de ter começado a andar de bicicleta por uma estrada desconhecida até chegar em um ponto onde tinha um longo declive quase vertical. Tive vertigens ao olhar para baixo. Voltei, peguei uma carona em um carro estranho e acompanhado de minha esposa fui para na casa de parentes dela (nenhum que eu conheça). Algumas das supostas primas dela começaram a me paparicar e ela com ciúmes foi embora. Quando as primas dela pediram para que eu pegasse um pouco de sobremesa (um caldo esquisito de textura e cor similar a um gel transparente com pedaços de algo parecido com coentro picado) dei conta do que aconteceu e fui atrás de minha esposa.

Encontrei-la em uma calçada, numa rua de terra batida. Sentei com ela e ficamos tranquilo até que apareceram dois caminhões tipo Mercedes antigo, ambos de cor azul. Os dois passaram em alta velocidade, um atirando no outro, com canhões! Com medo, saímos da calçada e entramos no terreno de uma casa humilde, que descobrirmos ser uma pousada. Logo em seguida surgem dois carros, um hatch de cor clara (não lembro o modelo) e atrás um Escort azul. Os dois carros desceram uma ladeira, lotados de gente (pareciam ser duas famílias viajando) gritando desesperados até pararem e explodirem. Isso mesmo, uma explosão incendiária! Corri até a pousada peguei o maior dos dois extintores que estavam empillhados e fui até os carros em chamas para tentar apagar o fogo. Direcionei o jato do extintor de pó para o Escort até apagar o fogo e quando este se extinguiu vi vários corpos carbonizados, mas alguem ainda se movimentava. Corri para o próximo carro, com chamas menores e seus passageiros não tão queimados como o do Escort, mas ainda assim seriamente queimados. Ao acionar o extintor o que saiu foi só um jato de ar sem pó que atiçou as chamas queimando ainda mais os passageiros que se contorciam muito. Estranho que ninguem tentou sair dos carros em chamas. Fiquei desesperado e congelei. Acabei acordando 15 minutos antes da minha hora (06:00), assustado.

Estranho, não?

domingo, 21 de outubro de 2007

Última parte do artigo sobre Prince of Persia

Finalmente conclui no dia 07 deste mês o meu artigo sobre o jogo Prince of Persia para Apple II para a revista eletrônica Jogos 80.


Na última edição (04) foi lançado a primeira parte do artigo, contando um pouco da história e curiosidades e disponibilizando os mapas das seis primeiras fases do jogo.



Na próxima (a ser lançada em breve) conclui os mapas das fases sete até doze, completando o caminho percorrido por mais de 250 salas. Deu muito trabalho pois fiz questão de montar o artigo a moda antiga, jogando em uma máquina real (TK3000//e) ao inves de usar emuladores, tirando foto de cada sala do jogo.



Como podem ver, sou fanático por este jogo, o qual considero emocionante. Já tive o prazer de jogar ele em diversas outras plataformas, como Master System, PC, Mac, Super Nintendo e Sega CD.

Clássico da Apple

Este é um Macintosh Classic, de 1990. Ele foi um dos últimos Macs com vídeo embutido no gabinete equipados com microprocessador Motorola 68k (depois dele veio o Classic II e Color Classic).


Foi turbinado com 4MB de RAM (o original vinha somente com 1MB) e disco rígido SCSI de 520MB (o original de 40MB veio queimado). A unidade de disco flexível foi substituída por outra de um Power Macintosh e o micro perdeu a função auto-inject para disquetes (fiz a burrada de tentar limpar a unidade original e fiz a caca de levantar a cabeça de leitura/gravação para passar um cotonete com álcool isopropílico: nunca mais leu nada). Para inserir um disquete preciso empurrar ele com uma tampa de caneta ou coisa parecida.


Inicialmente instalei o System 6.0.8 mas como não conseguir habilitir localtalk com ele, tive de apelar para o System 7.0.1. Ambas as versões estão disponíveis para download gratis no site da Apple (a Microsoft nunca fez isso com sistema operacional algum dela, nem mesmo o MSDOS). Foi muito fácil compartilhar arquivos entre ele e meu Power Macintosh 7200 (o qual desisti de vender para facilitar o intercâmbio de arquivos entre a Internet e o Classic), usando um cabo serial padrão Apple.

Apesar de ser monocromático ele tem ótima resolução gráfica, característica refletida diretamente em seus jogos. A primeira versão de Prince of Persia para Mac foi uma das melhores já implementadas.